Julguem menos, amores

Olás gente bonita!

Apesar de ser uma pessoa metódica, eu gosto quando o acaso me faz ter que mudar os planos, inclusive em relação ao blog.

Casou, ainda por cima com essa mudança, esse vídeo da musa amada do universo Jout Jout justamente sobre críticas, ou seja, o universo está conspirando para falar sobre este tema.


A frase-mote deste post é:


Julguem menos, gente bonita!



Essa semana passei por uma série de experiências ridículas delicadas com pessoas que se preocupam mais em julgar e criticar determinadas coisas do mundo das aparências do que fazer uma simples pergunta:

- Aconteceu algo?

Nenhuma pessoa é obrigada a deixar claro, estampado na testa ou nas redes sociais que está com problemas A ou B. E, por isto, antes de você pré-julgar pelo mundinho perfeito que todos nós expomos nestes ambientes, que tal refletir um pouquinho sobre determinadas coisas? Então vamos ao manual para não ser um babaca completo ao pré-julgar qualquer pessoa ou situação.

1. Pergunte
O princípio básico da maioria dos juízes da vida alheia é "nós sabemos da sua vida mais do que você e não queremos saber os fatos reais". Então, se você está querendo fugir desta conduta, pense:
  • Você perguntou pra pessoa se está tudo bem com ela?
  • Você teve uma conversa com tempo considerável para sentir se ela não está bem, mas não está querendo contar algo?
  • Você perguntou todas as possibilidades de coisas que podem ter levado a determinada situação ou condição?
  • Você checou anteriormente se tal pré-julgamento de fato procede ou se é mero achismo da sua cabeça?
  • Você entrou em contato com pessoas próximas para talvez sondar algo que possa quebrar esse pré-julgamento?
  • Você tem conhecimento de todos os aspectos da vida dela para que possa elaborar, com sua hipótese opinativa, um julgamento concreto que possa ser coerente?
E, por fim, duas das perguntas mais importantes:
  • Você se calou e refletiu por um bom tempo antes de expor o seu julgamento?
  • Esse julgamento acrescentará algo na vida de ambos?
Se qualquer uma dessas perguntas for respondida com um "não", mig@, você está fazendo isso errado. Até porque, julgamento, sui generis, não acrescenta absolutamente nada na vida de ninguém, logo... É, você já entendeu, né?

2. Escute
Vamos pressupor que você não quis ouvir a titia Lu e ainda acredita que seu julgamento será de alguma valia para a vida de ambos. Se você tentou perguntar algo para a pessoa, escute minimamente. Não adianta nada você perguntar por algo da vida dela, ela responder e você falar: "não, eu não acho que seja assim" *forma impositiva*. Cara, você não sabe 10% da rotina da pessoa para se sentir arrogante o suficiente para saber da vida dela mais do que a própria pessoa. 

Escute cada palavra, mas não foque apenas no que está sendo dito: sinta como está sendo dito, os sentimentos expressos e implícitos, e também escute os silêncios. Eles costumam ser bem elucidativos.

3. Reflita
Normalmente julgamentos são acompanhados de críticas (e em sua maioria, nada construtivos para a situação real do problema). Por isso, cada vez que você pensar em abrir a boca para desferir algo do tipo, pense: 

- O que isso vai acrescentar na minha vida e na dela?

Seu comentário irá de alguma forma contribuir positivamente para a vida da pessoa? E quando digo isso, não digo na situação aparente, mas na raiz do problema? (para isto, você só poderá dar uma crítica construtiva em algo pessoal se for a fundo no problema).

Ok, tudo muito abstrato, então vamos a algo que eu adoro: casos concretos. ;)

Exemplos
  • Se a sua amiga está com o cabelo "feio" (dentro do seu conceito, claro): antes de você chegar num dia ensolarado e soltar aleatoriamente "seu cabelo está horrível! O que aconteceu? Tá desleixada por quê?" e dar mil conselhos de cuidado que não foram pedidos, que tal perguntar se ela está bem, como está a sua vida? As vezes o que pode levar a esta sua conclusão são problemas de saúde, uso de remédios, uma vida totalmente impossível para cuidar de si, problemas pessoais, e ficar criticando o cabelo é pequeno demais perto de toda a vibe ruim que está por trás daquilo - e que poderia levar a um simples abraço se você tivesse ouvido mais e julgado menos.
  • Se, na sua concepção, a namorada do teu amigo é uma babaca: normalmente este tipo de relato advém de três frentes: 1. problemas temporários no relacionamento; 2. de pessoas que precisam extravasa raivas e não compartilham momentos de felicidade; 3. da sua visão de fora do problema. Antes de começar a "descer o pau" na garota, pergunte a seu amigo o que a leva a gostar da menina, pergunte sobre as coisas boas do relacionamento, tente conhecer as duas partes a fundo antes de fazer um comentário superficial sobre uma coisa tão complexa quanto um relacionamento.
No mais amigos, repitam comigo:
- Julgue menos!
- Julgue menos!
- Julgue menos!
- Julgue menos!
- Julgue menos!
Pegou? Não? Again!
- Julgue menos!
- Julgue menos!
- Julgue menos!

Beijo no coração!

1 comentários:

  1. Nossa, é EXATAMENTE isso que tenho pensado tanto nos últimos dias...
    Tenho tido uma preguiça tão grande de pessoas que julgam sem nem se darem o trabalho de checar se suas opiniões fazem sentido.. É difícil pra caramba, mas isso é uma coisa que tenho feito há algum tempo: tentar julgar menos..
    AMEI o post! E o blog tá super bacana assim! Continue!!
    Beijinhos Lu!

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