Casal que luta (quase) junto, permanece junto

Oss!
(de uma forma simplificadíssima, "perseverança por pressão", e um cumprimento de algumas lutas. Quem quiser saber melhor a tradução, veja aqui)

Olá gente bonita. Esse post tá saindo na raça, feito por uma pessoa que no momento parece mais de cor roxa com alguns pontos brancos. Ok, é um exagero, mas que têm muitos hematomas na perna, não dá para negar.

O tema de hoje é casal que faz lutas. Bom, os amigos do Facebook sabem que o casal marmota ganhou mais uma paixão: Muay Thai. Uma paixão que não seria do casal se eu não fosse tão chata quando quero começar alguma coisa! Haha.

Começou com essa pessoinha perturbando que queria começar. Paulo, cria do Jiu Jitsu desde antes de começarmos a namorar, achava essa uma luta um tanto quanto agressiva demais. E, curiosamente, ele começou antes de mim (por motivos de falta de grana.).

Eu comecei no final de junho, e curiosamente, menos de duas semanas antes de muitas mudanças na minha vida. Acho que não teria valorizado tanto essa minha entrada se tivesse acontecido antes. Quando piso no tatame, para mim, estou entrando em um lugar sagrado, no qual tudo que não for saudável deve ficar fora dali. Dei muita sorte de, em um momento tão difícil para mim, ter encontrado não só um professor bom, que respeito e admiro muito, mas também uma galera super bacana que, por mais que meu lado bicho do mato tímido meio que impeça maiores conversas, eu aprendi a gostar demais. Mesmo.

O ponto: casal que luta junto. Tem, para mim, só benefícios. Quando vou para o RJ, logo vem o pedido: traz as luvas! A vantagem é que eu tenho um saco de pancada particular, que sei que se a porrada for além do que é certo para um treino, vai ser sincero e avisar. E também, a pena dele é controlada (ou seja, sim, eu sinto dor quando tomo um cruzado na cara, não é só um toquinho de aviso). É mais uma coisa que podemos fazer juntos, que amamos e que gera muitos comentários, risos e, como característico nosso, muita rivalidade.

Mas e para os casais que não possuem lutas em comum? Como por exemplo, um deles treina Jiu Jitsu (que, vamos concordar, é um contato muito intenso) e o outro não faz? E o ciúme de um homem rolando com uma mulher e vice-versa? Bom, acredite, em aulas de luta bem dadas, não há muito tempo (nem energia, nem disposição) para qualquer tipo de segundas intenções (rs). É treino, é cansativo, exaustivo, quem realmente ama a luta está ali como crescimento pessoal. Mas se ainda assim você ainda fica meio ressabiado, um conselho: vá um dia no treino com a pessoa. Sem maldade. Simplesmente assista. E você vai entender.

No mais, se você topar fazer a mesma luta que seu parceiro, só digo uma coisa: seja qual for, a rotina se torna muito mais divertida. (surpreender o companheiro com um golpe - de leve, okay? - inesperado não tem preço.).

Ps.: eu, como boa curiosa, me perguntei se tinham loucos por Muay Thai que fariam um casamento temático. Pois é, tem! E foi em Juiz de Fora! Aconselho aos curiosos a ver o vídeo da valsa.  Veja aqui.

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