Eternos namorados estão longe, mas estão perto.
Podem estar tristes, mas ficarão radiantes com a vitória do companheiro.
Podem estar desmotivados, mas se o outro precisar dele, será a maior motivação para colocar-se de pé.
Eternos namorados não prometem estar sempre do lado, eles estão.
Não fazem juras de amor, eles amam.
Amam incondicionalmente um ao outro, conhecem (aos poucos, por favor) as virtudes da pessoa amada.
Mas o que atrai eternos namorados são os defeitos. Numa boa... Você pode ser a pessoa mais atenciosa do mundo, pode ser a que mais paparica, dá mimos... E fala sobre TODAS as virtudes e qualidades do companheiro.
Entretanto... admita... O que mais se fala sobre em uma relação são os defeitos, por favor, assuma! Quando você se irrita, quando algo não chega a irritar, se você não fala, ao menos pensa!
“Que chato”. “Nossa como ele fala”. “Lá vem ela com o perfeccionismo novamente”.
O ser humano pode ter 500 afinidades com as virtudes, com as o que o outro tem de melhor, mas tem pelo menos o dobro com os defeitos. Acho que isso nos deixa uma mensagem.
A mensagem que nos irritamos tanto com os defeitos, mas eles são os que mais amamos, que somos completamente imperfeitos e essa é que é a graça. Como brigaríamos? E as reconciliações depois delas?
Amo minha noiva de montão, mas eu gosto mesmo é das imperfeições, de implicar, de por essa pimenta, armar a bomba.
Então, por favor, vamos construir um mundo que assuma, que temos defeitos e nos amamos por isso. Amor, quero conviver para sempre com sua memória de jogar algo no meio de uma discussão, algo que ocorreu há 3 séculos. Amo-te.
Por um mundo onde o amor é perfeitamente imperfeito!

Onde seremos eternos namorados, e não conformados, pseudo conhecidos que moram juntos. Um mundo onde quando você está triste eu te taco areia na praia.

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