#OpPadrinho Pelo noivo

Por que esse cara louco? Quem avistar na rua, com certeza vai achar que é meio doido, vai guardar pelos óculos (que por sinal já foram alvo de nossa cobiça).
Tudo começou com a Lu. Como todo bom casal, tivemos nossos maus momentos, e ela acabou achando o Fabrício por indicação de uma professora. Parecia que a cada problema, cada pequena (ou grande) coisa ele estava lá, comentando, falando sobre.
Ele tem o um assustador e lindo dom de destrinchar as pequenas coisas, torná-las maiores aos olhos que não podem enxergar. E era assim com nossos problemas, parecia um espião, que fazia um BBB do nosso relacionamento. A paixão pelo escritor foi crescendo e eu também comecei a acompanhar e admirar. Como (quase) tudo entre nós vira disputa, ele a seguiu no twitter, logo eu corri atrás para ser seguido também. Ele fez face, corremos para adicionar. Víamos uma passagem, um texto, nos apressávamos a mandar para o outro, era nosso mestre, um guia, guru.
Nos momentos mais difíceis estava lá, mesmo sem saber, mas parecia que no fundo tinha plena consciência do que estava fazendo por nós.
Fui atrás dele uma vez, na esperança de quem sabe poder conversar. Era uma sessão de autógrafos e um bate papo com algum artista que não consigo lembrar quem era. O vi junto da namorada, lindos. As palavras mal saíram da minha boca, devido à emoção, mas ele conheceu de nome o casal Foca e Marmota. Fiquei feliz, no outro encontro Lu já foi comigo, ficou obviamente encantada. Na fila dos autógrafos, como sempre, estávamos um sacaneando o outro (nosso relacionamento não pode mesmo viver sem isso). Chegou nossa vez onde falamos com ele e a Lu... TODA BOBA rsrsrsrsrsrs
Enfim, com o tamanho dilema na cabeça, quem serão os padrinhos e madrinhas? Acho que pensamos juntos, prefiro pensar que pensei antes dela (porque afinal tenho que ganhar sempre), que tal o Carpinejar?
Idéia louca, de gente esquisita? Pois é, somos esquisitos.
No caminho para o meu terceiro encontro com ele (segundo da Lu), ela mais uma vez confessou que gostaria que ele fosse o padrinho (não sei por que dessa vez foi BEM impactante). Era a hora. Fomos ao seu encontro na fila, esperamos... que longos minutos.. Claro que guerreamos entre nós na fila, se não.. não teria graça. Chegou nossa vez...
- “Vocês de novo! Eu já dei alta para vocês!”
- “Vocês não param de implicar um com o outro”
Fomos notados. Talvez de canto de olho, talvez estivéssemos tão perdidos nos olhos um do outro que não percebemos que fomos percebidos.
Eu fiz então o pedido, perguntei se gostaria de ser nosso padrinho. Ele não acreditou, tive que falar sério!
Ficou todo bobo... imagina... Se ele ficou... quem dirá como ficamos??
Não existem palavras para descrever... Mesmo.
Após isso, depois do aceite, ela quis tomar o padrinho de mim, afinal, eu tinha pedido, eu pensei e decidi primeiro... Mas o padrinho agora é dela. Quem merece mais do que essa linda pessoa?
Ninguém.
Queria só deixar claro que nenhum padrinho ou madrinha, amigo ou familiar é menos importante. Todos tem o seu valor, amo vocês. Essa história só é mais uma de quebrar barreiras, acreditar, cara de pau, vencer distâncias...
Os namorados de Rio / Juiz de Fora que vão casar em Petrópolis, conheceram um mago, um guia, um amigo.. pela internet no meio de tantas confusões... Ele que mora em Porto Alegre e roda todo o Brasil.. nosso padrinho.

Mais uma vitória, mais uma conquista, do (como diria o próprio Carpinejar) casal mais foda!

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