Trash The Dress... Agora com tinta.

Eu reclamo do Jornalismo as vezes, mas é pura bobagem. As coisas que fui aprendendo ao longo desse caminho na faculdade com certeza superam todas as decepções e os problemas. E depois da última entrevista que fiz, definitivamente não tenho o que reclamar.

O tema: inovações em fotografia de casamento.

Agora srs leitores, imaginem a cara da noiva fazendo essa reportagem. Coloque um sorriso do Curinga na face dela e ainda será pouco.

No final da entrevista, conversando sobre a dificuldade em se radicalizar em um ensaio desse tipo pelo apego emocional ao vestido ou pelo fato de a noiva ter alugado e não poder realmente fazer um "trash" completo, veio a sugestão da Polyana (da Magenta Studio, em Juiz de Fora):

- Trash The Dress usando tinta.

Lembra daquela cara do Curinga srs leitores? Agora aumente bem mais esse sorriso e coloque uns olhinhos brilhando.

Eu não tenho medo NENHUM de estragar meu vestido. Até porque, pera lá, não é bem estragar né? Tintas laváveis estão aí para isso e não tenho pretensão nenhuma de guardar meu branquinho num armário até ele ficar amarelo. Nisso tenho total desapego.

Para quem ficou curioso, vão aí algumas fotos:

3 comentários:

  1. Não sei como funciona em JF mas aqui eu fiz 1° aluguel.
    Para compra, o vestido seria uns 4mil e 1° aluguel, 2,5mil.
    Não queria comprar pois o que faria com o trambolho depois???
    Enfim... na última prova me ofereceram a compra do vestido por mais 800,00 e para fazer o trash, tem que acabar com o vestido e no 1° aluguel ele tem que voltar inteiro ;)
    Mônica

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  2. Que tinta foi usada?:! Quero muito fazer o meu assim, mas não sei que material comprar!

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    Respostas
    1. Rani, provavelmente a tinta usada pode ter sido guache (por ser lavável) ou qualquer outra tinta lavável atóxica (tipo a usada no paintball). Mas aí depende muito da proposta do trash, e do que o casal e o fotógrafo combinaram.

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